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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Caminho diferente

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Relacionar notas fiscais, redigir ofícios, entregar documentos na prefeitura, resolver problemas, todo dia é assim. Situação comum em qualquer tipo de trabalho, imagine o setor público.
Costumo fazer o mesmo caminho, e hoje - agora estou tendo muitas lições diárias - resolvi ir por outro caminho, curiosamente, é um caminho totalmente sem sombra, mesmo assim fui, e fui pensando, e gostei.
Pequenas mudanças... e um tantinho de satisfação. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Causos da semana 30

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Escrevi só hoje por motivo muito nobre: passei o fim de semana estudando e fazendo prova. Tinha um concurso muito legal pra prestar em Sampa. Que emoção! Do ladinho do Corinthians, no Parque São Jorge kkkk adorei, me senti incrivelmente tranquila, não pela coincidência claro, mas por sentar, abrir e olhar aquela prova e ver que tudo o que eu estudei em casa, por esse tempo todo caiu ali, fiquei bem contente. 
São muuuitas pessoas, muitas mesmo disputando as mesmas vagas, mas pelo menos vi que meus esforços em casa também ajudam e são válidos. Foi muito legal, ri bastante, saí um pouco de casa, e voltei à rotina de provas. Tomei gosto por isso. 
Essa é a parte boa da minha semana toda: continuar lutando. ^^

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Reflexões - semana 27

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A partir de hoje, estou propondo a mim escrever umas reflexões semanais, independente do meu estado de humor momentâneo, acho que além de ser uma coisa legal de se fazer é um jeito de lá na frente eu poder avaliar o que progrediu, o que estacionou, o que ocorreu, e o que eu fiz com tudo o que aconteceu.
Esta é a semana 27 do ano, restam 25, e eu penso que preciso fazer delas o melhor do que fiz com as anteriores. Depois de tanto tempo, aquela sensação de não fazer nada por mim já não bate com mágoa, aliás, nem bate. 
Esta semana coisas tristes ocorreram, muita correria, no entanto tudo muito tranquilo e satisfatório no fim do dia. Fiz coisas que achei que devia fazer, e não estou terminando este dia triste por algo, a não ser com aquela sensação de que amanhã tudo tem de ser melhor. 
Encarar as coisas de um jeito diferente, não levando tudo tão a sério e deixando rolar fazendo o que estiver ao alcance foi o que mais me ajudou nesses dias. Bons dias, e lá vamos nós, o segundo semestre de um ano pra ficar na história da minha vida.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Um ano

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Conversando, numa noite de dias difíceis, com uma pessoa muito querida pra mim, li: "vc devia escrever num blog", isso já tinha passado pela minha cabeça, mas como eu estava com a mente cheia de coisas, e precisava liberar um pouco disso acabei fazendo.
Aqui está. Este mês fará um ano de um blog com muitas coisas que ainda não me atrevi a reler. Não sei se quero, ou se posso, ou se é preciso, não sei. Quero agradecer um amigo que 4 meses depois, depois de uma conversa cheia de xingos e verdades, me propôs uma nova tentativa de viver, tentativa esta realizada com sucesso até agora.
Obrigada, Marcelo. Tô muito orgulhosa de como você está hoje. T&D's unidos. ^^

domingo, 17 de abril de 2011

Conto com

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Sabe aquela sensação, bem triste, de que nem seus pais podem te compreender? Pois é. Uma das coisas que me deixa bem chateada em casa é o "já que nasceu, pague". Quem dera tivesse começado a trabalhar na idade certa, já estaria bem, bem longe daqui, no entanto, como a minha realidade foi totalmente diferente da minha "idealidade" - em muitas áreas da vida diga-se de passagem - só resta aprender a lidar com a situação. Claro, cultivar o social é uma tremenda obviedade pra alguém normal. E o que é ser normal? Ah, nem vou entrar em detalhes. Só sei que sou diferente, e nem é ruim.
Diferenciação. Quanta coisa. Pra alguns você faz a diferença, pra outros é INdiferente; poucos sabem te diferenciar, e a gente mesmo acaba se colocando nisso tudo. Alguns não se contentam quando você é "igual", e também não se contentam com a sua diferença,  são extremos que nós, pessoas julgadas, temos de entender pra viver da melhor maneira possível, pra nós. Viver, o que é isso? É o que me acontece todo dia? É aquilo que eu pretendo? É o que faço naquilo que pretendo? Ah, muitas perguntas, nem responderei.
Meus pais são pessoas "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço", é complicado alguém te aplicar sermão da bondade com um enorme tridente do lado. Deve ser papel deles, não sei. Amedronta o tipo de casamento que levam. A relação "quem ganha mais e quem TEM de fazer" é algo que não suporto. Todo dia a mesma coisa "ó, o dinheiro tá aí" ou seja, foda-se o resto, trouxe dinheiro, quero tudo do meu jeito. Não consigo lidar com algumas pressões, como TER de ajudar na compra, TER de ajudar nas contas, TER de ajudar na cozinha, TER de ser filha perfeita, TER de ser magra, TER de ganhar mais pra pagar INSS, TER de ganhar mais pra sustentar minha mãe, TER de ser do jeito que querem, precisar emprestar e TER de pagar o quanto antes senão acham que não receberão. Meu Deus, onde fica minha paz nisso? Que vida em família, não?! Uma sociedade por um fio. Engraçado e sinistro, ótimo tema pra seriados de TV que ironizam coisas tristes da vida das pessoas.
Há quase um ano, meus pais foram assaltados. Bendito dinheiro da venda da casa da minha vó (mãe da minha mãe), ou melhor, bendito pra alguns. Meu pai comprou um carro simples, que minha mãe acreditava piamente seria usado pra coisas importantes, como ir à feira, à igreja, fazer compras, será que só eu via o óbvio nisso tudo? Claro, meu pai, pega o carro, some, não busca minha mãe na igreja, reclama pra levá-la à feira, resmunga de ter de ir ao supermercado... é minha mãe não dirige, não tem pretensão alguma, e alguém neste momento deve estar perguntando, e você? Oras, não vou ser motorista de ninguém, já basta me tirarem a paz não dirigindo, imagina com mais esse "trunfo" nas mãos, nem quero tocar nesse carro da discórdia! Quando tiver o meu farei algo a respeito.
Agora ela está aqui reclamando porque ele não a buscou, e nem o celular está ligado, que coisa mais estafante uma rotina dessas. Não faço questão de andar naquele carro, amém. E ainda dizem que estão aqui pro que der e vier... uhum, sei. Por falar em sei, não sei confortar pessoas. Sou acusada quase todo dia de não ser uma amiga, oras mil perdões, mas até eu um dia queixei, e hoje sou esse sarcófago, cheio de situações bem conservadas pra horas oportunas, um caso em tratamento. Sarcasmo é bom nessas horas.
Minha existência em crise, a dos meus pais, tudo isso me dá uma canseira no fim do dia. Me cobro demais, é como se eu pudesse dar um jeito naquilo, ou indo embora, ou ganhando mais. Dinheiro não resolveria. Fico pensando aqui, minha mãe gosta da ideia de eu sair de casa "casada"... hum, eu adoooro a ideia de sair de casa pra morar "sozinha". Deve ter cisma do possível tipo de realidade que porventura eu viria a ter.
Não suporto acordar nos fins de semana e feriados, não só com o barulhos dos poodles dos vizinhos, mas também com as pequenas indiretas sonoras do meu pai: solta a cachorra na garagem, ela late, late, por volta das 8 da manhã, ele mexe nas coisas, abre e fecha a porta do carro, quando me vê levantar, é uma felicidade, ele para e vai pra rua. Penso eu, muito satisfeito pela proeza do dia.
Esse incômodo me estressa. Eu, O incômodo. Tá, tem mó cara de drama, mas é isso que sinto mesmo. Incomodo por não trazer uma boa quantia de dinheiro pra casa, incomodo por não ser trofeuzinho pras pessoas ( minha filha é isso, minha filha faz aquilo!), incomodo por não dar lugar no meu quarto no dia em que eles brigam, e eu fico tremendamente incomodada quando me jogam na cara as minhas fraquezas, as minhas deficiências sociais, parece que só sou feita disso, não tenho nenhuma qualidade, mas recebo muitos tapinhas nas costas quando dou dinheiro pra comprar coisas supérfluas. Bom, muito bom...
Eu me cobro demais com o que cobram de mim pelo que eles não conseguem fazer daquilo que cobram deles mesmos. É, é essa bagunça aí. Quem passa compreende. Todo mundo tem um pouco disso, vive um pouco disso. Contar com quem nessas horas? Contar com... igo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Comportamentos e oscilações - um pouco de reflexão

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O sufi Hafik e a busca espiritual   Paulo Coelho - 12/04/2011


Em um dos seus raros escritos, o sábio sufi Hafik comenta a busca espiritual.

“Aceite com sabedoria o fato de que o Caminho está cheio de contradições. Há momento de alegria e desespero, confiança e falta de fé. Assim como o coração cresce e se encolhe para continuar batendo, o Caminho muitas vezes nega-se a si mesmo, para estimular o viajante a descobrir o que existe além da próxima curva”.

“Se dois companheiros de jornada estão seguindo o mesmo método, isto significa que um deles está na pista falsa. Porque não há fórmulas para se atingir a verdade do Caminho, e cada um precisa correr os riscos de seus próprios passos”.

“Só os ignorantes procuram imitar o comportamento dos outros. Os homens inteligentes não perdem seu tempo com isto, e desenvolvem suas habilidades pessoais; sabem que não existem duas folhas iguais numa floresta de cem mil árvores. Não existem duas viagens iguais no mesmo Caminho”.

Fonte: G1 
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Sem mais, foi ótimo ter lido isto num dia em que levantei tão bem... tão melhor quanto ontem. "Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas..."

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Cansaço

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Estranheza, incômodo, irritabilidade, hiper e hipoatividade um monte de extremos e uma pessoa só. Tentar ser o que os outros gostariam, tentar ser o que queriam, tentar, tentar, não ser. Que vida cansativa. Quisera eu não pensar nesse tipo de coisa todo meio de dia, aquela sensação de que tudo poderia ser melhor, não sei como mas deveria. Por uns anos sinto esta angústia de não me sentir à vontade neste lugar, é como não ser daqui, não pertencer nem ser este o ambiente certo pra  eu viver. Nem to falando disso por fatores externos, é questão de insatisfação interior, que reflete no exterior.
Olho pra mim, e não me reconheço. Várias vezes isso me ocorre. Como consegui fazer tal coisa? Emagrecer, passar numa Pública, ser funcionária pública, quem é essa pessoa que faz parte de mim? Não pareço nada com ela! Como posso entregar tão facil os pontos? Que assustador não enxergar o óbvio, não conseguir voltar ao caminho. Ser e não ser você ao mesmo tempo. Que loucura!
Recaídas são constantes e imprevisíveis, mas que vida é esta, essa insatisfação que poucas coisas mudam? Essa bagunça mental, essa dor de cabeça, esse desejo de apagar o passado, reprogramar a vida e ser tudo novo. Não aguento mais abrir a boca, no mais, alguns gestos ainda são mecânicos, automáticos. O costume. Que coisa ruim esta de não fazer bem pra ninguém, de não poder ser o que é porque magoa aos que gostam de você, que coisa mais contraditória, se eu faço os outros felizes, me fecho na insatisfação, se faço o que quero e curto aquilo que sou (ou estou, não sei) me sinto bem, mas contemplo vários olhares de reprovação. "Você poderia estar melhor."
Só queria realmente ter tempo pra mim, me livrar desse peso, ser mais eu, ou aproveitar mais o momento, seja ele ruim ou bom. Fazer de conta que tudo está bem é terrível, não sei o que dizer, sei que é preciso chegar perto do equilíbrio mas isso é tão cansativo. 
Ai que dor de cabeça. Que canseira.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Continuar ou não

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A derrota no Everest


Edmund Hillary foi o primeiro homem a subir o Everest, a montanha mais alta do mundo. Seu feito coincidiu com a coroação da Rainha Elizabeth, a quem dedicou a conquista, e de quem recebeu o título de “Sir”.
Um ano antes, Hillary já havia tentado a escalada, e fracassara por completo. Mesmo assim, os ingleses reconheceram seu esforço, e o convidaram a falar para uma numerosa plateia.
Hillary começou a descrever suas dificuldades, e, apesar dos aplausos, dizia sentir-se frustrado e incapaz. Em dado momento, porém, largou o microfone, aproximou-se da enorme gravura que ilustrava seu percurso, e gritou:
- Monte Everest, você me venceu esta primeira vez. Mas eu irei vencê-lo no próximo ano, por uma razão muito simples: você já chegou ao máximo de sua altura, enquanto eu ainda estou crescendo!

Paulo Coelho - 03/04/2011 - Fonte G1
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Pequenos detalhes que fazem toda a diferença num dia em que a gente acha tudo muito igual, e melancolicamente normal. A diferença entre continuar como está, se conformar, e a motivação de querer atingir seu próprio limite, mostrar pra si a própria capacidade. Bom dia, ótima semana!

quinta-feira, 31 de março de 2011

O dia esperado

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Depois de um tempo de bagunça mental, acordei muito diferente dos outros dias, um silêncio, uma paz interior que há tempos eu necessitava e ansiava ter.
É uma sensação quase inexplicável, é como acordar e ver sua casa toda limpa, cheirosa e arrumada. Curiosamente, tive mais lucidez e tranquilidade pra pensar em muitas coisas da minha vida, como avaliar acontecimentos, situações, procedimentos, mudanças e renovações.
Assim que percebi este silêncio tão gostoso não pude  conter o riso, saía de dentro pra fora, coisas de um longo tempo de guerra interior.
De tudo, até agora, só consigo desejar que se extenda por mais um tempo, e agradeço a ocasião tão oportuna. Sigo o dia como gostaria: cumprindo metas pessoais, resolvendo pendências, mantendo a mente em ordem... melancolia não é algo ruim quando se sabe e aproveita o que ela tem de bom... folhas secas cedendo lugar à nova estação.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Temporariamete - off

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Temporariamente, mas não totalmente. Tenho sentido dificuldade em escrever sobre algumas coisas, uma espécie de cansaço mental no meio de tanta bagunça psicológica, tanto minha quanto dos outros. Uma necessidade desesperada de me fechar no silêncio. Não, não, isso não é ruim. 
Tenho sentido alegria, falta, saudade, desejos, vontades, sensações e necessidades, todas elas muito contraditórias e com a mesma intensidade, e de tão intensas acabam se perdendo na minha mente por brigarem pela minha atenção ao mesmo.
Tudo muito cansativo, tenho ficado mais silenciosa, mais pensativa... reconheço que o momento não e´ruim, só preciso de tempo pra assentar as coisas, resolver situações, dar rumo à vida novamente.
Enquanto isso, fico por aqui, no meu cantinho, pensando, planejando e agindo no que fazer de bom, tanto pra amenizar como pra acelerar determinados processos... são as coisas caminhando pra um destino que eu já pensava estar traçado. Um destino que hoje eu posso chamar de meu.

sábado, 5 de março de 2011

Burrice Emocional

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Se você não sofre, ou sofreu deste mal, ainda sofrerá. Acredite! Pense numa coisa óbvia que deveria fazer e não fez. Então, é isso aí. Algumas obviedades não estão na nossa cara como gostaríamos, é preciso que alguém diga, abra nossos olhos... simplesmente ficamos cegos, ou não queríamos ver.
Experiência própria. Lidar com a própria burrice é complicado, é complicado de reconhecer, de aceitar, mas se você não aceita, acaba se tornando presa dela, acredita num monte de coisas que não existem, ou pensa que vai  precisar de determinadas pra sempre. Nunca precisei tomar a quantidade de remédios que tomo hoje! Nunca me fiz tão mal e tão bem de uns tempos pra cá como agora. É extremamente contraditório! Ambivalência que vai acabar, que tem de acabar.
Alguém aqui já leu o livro "Inteligência Emocional" ? Eu não. Nem preciso. Reconhecendo a burrice tenho o outro lado da moeda. Tô revoltada comigo hoje, a tal ponto de falar que sei o "dever fazer" mais que o "não consigo fazer". Meu vitimismo me impressionou de uns dias pra cá. P... mer... ou me situo nesse lugar pra me fazer bem ou... só isso, não dá pra voltar.
Na verdade, EU não quero voltar, nem posso. Cadê a pessoa que ia me por pra frente? Que ia mudar "daqui" pra frente? Não é possível me acovardar tão fácil, nem é aceitável. Não vou me entregar a essas medicações, nem ao mimimi de sempre, isso é tão fácil de conseguir, nem é necessário pensar pra soltar algo desse jeito.
Tarde demais, menina! Agora é pra frente! Você não vai voltar ao mesmo lugar e ficar lá. Seu contato com sua parte negativista fatalista já era! Será preciso outra pessoa gritar pra você entender que só a gente pode se levantar?!
Não preciso viver dopada, preciso de mim, preciso acreditar em mim. Eu já fiz isso! Não foi fácil, e não é impossível! Fiz várias coisas, e a das que mais necessito agora é começar um novo início. Hoje foi o dia. Hoje voltei, revoltei. Viver um dia de cada vez... pensar e pensar... pra melhorar, piorar é só não fazer nada.
Espero que eu tenha entendido o que eu mesma me disse nesse momento. Acordaaaaaa!!!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Satã vende objetos usados - Paulo Coelho 15/02/2011

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Como precisa adaptar-se aos novos tempos, Satã resolveu fazer uma liquidação de grande parte de seu estoque de tentações. Colocou anúncio no jornal, e atendeu aos fregueses, em sua oficina, durante todo o dia.
Era um estoque fantástico: pedras para virtuosos tropeçarem, espelhos que aumentavam a própria importância, óculos que diminuíam a importância dos outros. Pendurados na parede, alguns objetos chamavam muita atenção: um punhal de lâmina curva, para ser usado nas costas de alguém, e gravadores que só registravam fofocas e mentiras.
“Não se preocupem com o preço!”, gritava o velho Satã aos fregueses em potencial. “Levem hoje, paguem quando puder!”
Um dos visitantes notou, jogado num canto, duas ferramentas que pareciam muito usadas, e que pouco chamavam a atenção. Entretanto, eram caríssimas. Curioso, quis saber a razão daquela aparente discrepância.
“Elas estão gastas porque são as que eu mais uso”, respondeu Satã, rindo. “Se chamassem muito a atenção, as pessoas saberiam como se proteger. No entanto, ambas valem o preço que estou pedindo: uma é a ‘dúvida’, a outra é o ‘complexo de inferioridade’. Todas outras tentações sempre podem falhar, mas estas duas sempre funcionam”.
Fonte G1
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Duvidas do poder destas 2 armas ?? Caí por elas, e destas me levanto a cada dia.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Estou comprometido

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Com quem? Com alguém? Alguma coisa ou situação? E você? Como anda seu comprometimento com você? Esses dias, lembrando da postagem sobre "liberdade de escolha" tive um completo sentido do comprometer-se. Nessa vida, a gente se compromete ou se deixa em muitas coisas, e a nossa vida, nossa porção de tempo está como? Comprometida! No pior dos sentidos figurados. Estamos comprometidos de todos os lados, desde o mal que proporcionamos à natureza até o último minuto do dia, feito pra - num sonho- descansar.
Até aqui, falando rasamente sobre o assunto, já deu pra perceber que estou discorrendo sobre dois tipos de comprometimento: àquele ao qual você se submete, e àquele ao qual submetem você. Entendo, os dias são pesados, todavia o comprometimento com sua energia, sua capacidade de lazer, de sorrir, não podem passar desapercebidos pelo monstro da rotina. 
Quer melhorar algo em sua casa, em você, em alguém? Comprometa-se consigo, aliás "o mundo não muda quando você muda a si mesmo"??? Não tente manipular as pessoas, é só um aviso vago, mesmo que seja por boa intenção. Seu comprometimento consigo pode gerar o mesmo em outro bem pertinho... não acreditam na sua capacidade de mudar??? Mude, e deixe a mudança falar por si, o mistério trará as pessoas até você. Se perguntarem: o que aconteceu, diga: estou comprometido. Em tudo há tempo pra mim, e se quiser, pra você também haverá. Não brigue com o tempo, comprometa-se a organizá-lo a seu favor. Lembrete: ensine as pessoas a pescar, não dê o peixe, você sabe a consequência disso, né?! ^^

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O ponto central de nossas vidas 06/02/11

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Certa vez perguntaram ao escultor Michelangelo como fazia para criar obras tão magníficas.
“É muito simples”, respondeu Michelangelo. “Quando olho um bloco de mármore, vejo a escultura dentro. Tudo que tenho que fazer é retirar as aparas”.
No fundo, a vida é a arte de ver além das aparências.
A obra de arte de nossa existência está, muitas vezes, coberta por anos de medos, culpas, indecisões. Mas se nós decidirmos tirar estas aparas, se não duvidarmos de nossa capacidade, seremos capazes de levar adiante a missão que nos foi destinada.
Por Paulo Coelho - Fonte G1
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Qual sua missão? Lute por você! Seja seu muro de arrimo e sua fortaleza. É óbvio, não se feche tanto a ponto de tornar-te insensível... seja o melhor pra você, não espere aprovação dos outros, molde-se como você quiser... quem gostar da sua "escultura" que te aprecie. Ótima semana. ^^

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Orkontro Ibirapuera

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Desde 2008 faço parte daquela comunidade, e fugia de ir aos orkontros. Foi bom conhecer o pessoal. Grandes avanços!! Sabe o que percebi? São como eu e você... parecemos normais... mas temos nossas particularidades dolorosas com as quais lutamos dia a dia. 
Cada um com seu jeitinho: uns falavam mais, outros menos, e... uns nem falavam... tipo eu, só riam. Fim de tarde lindo, sempre quis conhecer o Ibirapuera, não o explorei todo, confesso que fiquei com vergonha, mesmo assim valeu a pena ter ido lá. Virão outros, e espero que mais pessoas que gosto também possam ir. Tô muito cansada, mas queria muito escrever isso. Todos foram lembrados, mas não serão citados pra não se sentirem desmerecidos. ^^

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Progressos... progressão: iniciativa

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Amanhã, farei 120 dias de tratamento, terapia, psicanálise, nutricionista, psiquiatra, endócrino... força de vontade, autoiniciativa. Sabe, em Outubro, fui bem relaxada, meu peso não variou muito, mas o "eu" estava em processo de mudança. Em Novembro, elas começaram, medicamentos, dieta adequada a minha realidade financeira, exercícios e mais força de vontade; lutas caseiras, pensamentos, o esticar das asas da minha liberdade.
Em dezembro, férias do trabalho!! Aproveitei o máximo que pude, como seguia tudo à risca desde novembro, terminei 2010 com menos 10 quilos. Algo praticamente impossível aos meus olhos, "praticamente", no entanto, quando "praticamente" fiz algo, se tornou possível. Agora, está quase no fim Janeiro e eu com 15 quilos a menos cravados.
Vitórias?! Três números a menos de calça, mudança visível, disposição, sonhos e mais vontade de realizar... surpreendente o que aconteceu comigo. Minha terapeuta é uma baita profissional, carioca distinta, me ajudou nos piores dias de crise. Eu me motivo, ela me motiva...e executo rumo ao desejo final. 
Quanto à depressão, oras, essa melhorou muito, eu que me conheço um pouco sei disso, e é claro que há dias ruins, mas no fim do dia, saio do trabalho e desconto nos exercícios... fico leve.Oscilo muito ainda?! Sim! Todavia isso não é motivo pra desmotivação, esse é o meu tempo, posso continuar. Viver e mudar...é só começar.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Feridos por Amor - Determinação Final - Paulo Coelho 26/01

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Os feridos por amor, ao contrário dos feridos em conflitos armados, não são vítimas nem algozes.
Escolheram algo que faz parte da vida, e assim devem encarar a agonia e o êxtase de sua escolha.
E os que jamais foram feridos por amor, não poderão nunca dizer: “vivi”.
Porque não viveram.
Fonte G1 
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Naquele dia, em que viajei 5 horas de um estado a outro, esperava ter encontrado o alguém pra quem eu pudesse me doar... não houve a correspondência esperada, mas só percebi isso quando voltei pra casa. Mesmo assim, me sinto orgulhosa, fui atrás do que eu achava ser o certo, fui atrás da minha vontade, fiz o que há muito tempo protelei em fazer: eu vivi. ^^

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Feridos por Amor V por Paulo Coelho 25/01/2011

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Em todos os ferimentos definitivos, também chamados “rupturas”, o único medicamento capaz de fazer efeito chama-se Tempo.
Não adianta procurar consolo em cartomantes (que sempre dizem que o amor perdido irá voltar), livros românticos (cujo final é sempre feliz), novelas de TV ou coisas do gênero.
Deve-se sofrer com intensidade, evitando-se por completo drogas, calmantes, orações para santos.
Álcool só é tolerado em um máximo de dois copos de vinho por dia.
Fonte G1 
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 Esses dias, falei com uma pessoa sobre coisinhas românticas: livros com final feliz, comédia romântica, filmes românticos, novelas, miniséries... Simplesmente, prefiro outros tipos de distração, e ela me perguntou: " E por quê?" . Eu disse: "aquela realidade é pra poucos, e ainda não consigo acreditar que possa acontecer comigo." Insistente ela disse: "você precisa dar mais crédito a si." Eu disse: "e o débito dos outros?"...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Falando sozinho

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Não é comum, nem muito normal falar sozinha no quarto, ou pela rua, ou em qualquer lugar - quando alguém não veja claro - mas o fato de você não ser suficiente pra se ouvir é angustiante. Queria eu ter motivos pra falar de muitas coisas com algums pessoas, mas não, deixa como está. 
Tempo, sem tempo. As pessoas andam sem tempo pra ouvir, pra se ouvir, todo mundo escuta e não repara. Não que as suas dores tenham de ser o centro da ajuda humanitária do planeta, no entanto, carregar tudo sem falar nada é um peso grande, tô dizendo coisas sem nexo, eu sei. Já entendi que as oscilações são coisas normais, e eu até que tenho lidado razoavelmente com elas, o problema é sentir que a velha tristeza ainda não foi de vez, pois a esta se acrescentaram outras, e o peso diário às vezes desespera.
Quantas coisas foram feitas... muitas sem retorno. Precisei não pensar muito nisso pra não enlouquecer. Um ciclo de coisas, que até hoje tô tentando entender o que querem dizer pra mim. Uma coisa é certa, ou faça-se o muro ou libere-se as fortalezas, acho ambos perigosos, é preciso escolher, escolher o que causa menos dor. Benditas dores!! Manhã, noite, dia... anos... tempo demais. Briguei tanto com o tempo, ainda bem que temos nos entendido, infelizmente, ele não pode fazer traumas sumirem do nada.
Nada... fiz muitas coisas sim, lutei, e por causa da dor hoje nem me reconheço, passo dias bons, outros pouco suportáveis, e estou aqui, esperando o momento de dizer: liberdade! A velha ideia que um dia deu certo está voltando com toda a força... vou pensar bem... acho que vou deixar ela entrar...



Feridos por Amor IV por Paulo Coelho - 24/01/2011

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Em ferimentos leves, aqui classificados como pequenas traições, paixões fulminantes que não duram muito, desinteresse sexual passageiro, deve-se aplicar com generosidade e rapidez o medicamento chamado Perdão.

Uma vez este medicamento aplicado, não se deve voltar atrás uma só vez, e o tema precisa estar completamente esquecido, jamais sendo utilizado como argumento em uma briga ou em um momento de ódio.
Fonte G1 
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Discordei um pouco dos "ferimentos leves", mas de tudo até hoje, não consegui separar amor de dor. Ou será que eu ainda não encontrei alguém me proporcionasse só aquele? Fico com tantas perguntas, e no fim acabo pensando... melhor deixar como está, muros só têm efeito quando bem construídos... fortalezas...frias...difícil resistir à própria descrença... desculpem...