domingo, 23 de outubro de 2011

Será?

0 comentários
Aqui estou eu, nessa madrugada, pós prova cansativa mas bem humorada, e porque não bem feita. Habitualmene, pensando com meus botões, o motivo, a razão de toda essa correria, de tudo isso que tenho feito, e achei uma resposta nisso: é tudo por mim. É, eu admito, não é por meus pais, nem por outras pessoas, é por mim.
Por acaso, deveria ser por outra pessoa? Não, é que olhando pra alguma situações passadas esse 'insight' é algo bem novo. Faculdade, estudos, provas, emprego, dinheiro, conforto, segurança, castelo, horta, jardim, piano, gatinhos, amigos, vida, liberdade. É o que penso pra mim, é o que venho tratando e lutando pra mim.
Há tempos, passei uns anos dentro de casa, e a sensação que tenho quando olho pra trás é a de ter vivido um sonho ruim, pois me parece que a vida mesmo começou de uns 4 anos pra cá, e a sede que antes nem parecia existir hoje tenho de monte... conhecimento, conhecimento...
No entanto, há aquela etapa mais dura, a fase de terminar o que necessita ser terminado, e será que eu preciso de tudo isso mesmo? Às vezes fico perguntando... e penso, e olho pro nada, e sei que preciso... é aquela luta interior, que abre espaço pra todos outros tipos de vitórias, que quebra correntes e dá novas sensações e sentidos.
Será que preciso disso tudo? O que seria dessa pessoa sem isso tudo? Vale a pena? Sim, tudo indica que sim.... o show tem que continuar...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Poucas palavras, só isso.

0 comentários
Senti antigas sensações de 'não sei o que fazer' hoje, mesmo assim, consegui me segurar, e estou conseguindo me segurar, e continuar... qual seria a graça da vida sem algumas situações pra ter com que aprender, né?!^^

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Atitude de hoje: mental

0 comentários
Não podia deixar de falar sobre isso agora, é até uma maneira de desabafar, e contar algo bom, muito bom que me aconteceu.
Numa conversa, agora há pouco, minha mãe disse que a amiga dela veio aqui em casa, com um cachorro que veio da cidade de onde trabalho, e a amiga perguntou se minha mãe queria, e ela disse que não. Até aí tudo bem. Então, como sei que a língua da amiga não se contém na boca, e minha mãe fala bem pouco, eu perguntei: 'por acaso, você não comentou nada do meu local de trabalho pra ela, né?!' Aí, ela mais que raivosa disse: 'você acha que eu falaria pra ela que você foi atrás de um homem em outro estado? Acha que eu sou idiota de contar que sua vida é esse computador, e que você fica altas horas nele de madrugada? Se enxerga, sou muito mais esperta que você! Acha que vou fazer você passar vergonha na frente dos outros? Pode ficar sossegada.' Adaptando, ela disse as coisas desse modo aí.
Não vou negar não tive reação alguma, a não ser sentir um soco forte no estômago, sim ela me pegou de surpresa. Como na maioria das vezes, olhei pra ela, não disse nada, entrei no meu quarto e fechei a porta. Aí começa tudo de bom.
Sinceramente, achei que fosse chorar, por uns momentos desejei do fundo do coração sair daqui o mais rápido possível, mas tenho lições a aprender e lutas pra ganhar, e como sei que ela gosta muito de usar coisas contra mim, procurei mudar a minha percepção, de vítima do momento para compreensão das coisas. O que eu fiz, está feito. Se foi o correto, o tempo já se encarregou de dizer. Aprendi algo com tudo? Sim. Foi uma boa lição? Claro. Estava ciente de quase tudo, mas já sabia muito bem o que poderia vir a ser usado em qualquer momento, e o momento chegou, e foi esse. Ótima hora pra praticar a temperança, a paciência, o eu comigo.
Uma pessoa frustrada que poda ao máximo o corpo de quem vive sob o teto, mas não consegue segurar a vida, essa é um pouco da minha mãe. Não tem muita força de vontade pra mudar, ficou acomodada com algumas situações na vida... casar não é profissão pra mim, sinto muito, meus ares são outros...
A questão é... eu costumo pensar como aquela que é muito 'tadinha' perantes os pais. Desculpa aí, moça, mas você sabe de onde veio e pra onde tá indo. Você pulou dessa cama como um tigre! Supera-te!